Ética

  Clubes e etc...

  Glossário

  Como Iniciar

  Onde Praticar

  Muros

  Fotos

  Livros e Revistas

  Lojas e Fabricantes

  Destaque

  Acontecendo

  Meio Ambiente

  Artigos Técnicos

  Saúde

  Dicas

  Entrevistas

  Lagartixas

  Colunas

  Recados e Classificados

  Histórias de Montanhista

  Livro de Cume

  Tempo

  Links

  Fale Conosco

Tadeusz
Hollup
Flavio
Carneiro
Luciano
Bender
Untitled Document
A Escalada Feminina no Brasil

Em toda a história do montanhismo sempre existiu mulheres escaladoras, basta pegar os antigos livros de relatórios de escalada de Clubes do Rio de Janeiro, principalmente entre as décadas de 50 e 70, para ver vários nomes de mulheres, inclusive como guias.
Pega Leve!
É mais que uma campanha para garantir o bom uso das trilhas e acampamentos limpos. É um programa ...
Equinox
Untitled Document
Poluição Sonora, uma ameaça moderna
Irritação, insegurança, dores de cabeça, fadiga, problemas cardiovasculares: algumas ameaças que rondam o homem dos grandes centros urbanos

O que Tóquio, Nova York, São Francisco e São Paulo têm em comum? Fora os ares de grandes metrópoles, a poluição sonora dessas quatro cidades estão bem fora dos limites sugeridos pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como adequados aos ouvidos humanos. O que parece um detalhe, camuflado a outros fatores de maior impacto social, como violência, desemprego e fome, pode sim desencadear problemas graves às comunidades a longo prazo.

Todo ruído que causa incômodo pode ser considerado poluição sonora. A noção do que é barulho pode variar de pessoa para pessoa, mas o organismo tem limites físicos para suportá-lo. Barulho em excesso pode provocar surdez e desencadear outras doenças, como pressão alta, disfunções do aparelho digestivo e insônia. Distúrbios psicológicos também podem ter origem no excesso de ruído.

A poluição sonora hoje é tratada como uma contaminação atmosférica através da energia (energia mecânica ou acústica). Tem reflexos em todo o organismo e não apenas no aparelho auditivo. Ruídos intensos e permanen-tes podem causar vários distúrbios, alterando significativamente o humor e capacidade de concentração nas ações humanas. Provoca interferências no metabolismo de todo o organismo com riscos de distúrbios cardiovasculares, inclusive tornando a perda auditiva, quando induzida pelo ruído, irreversível. Entre os efeitos na saúde, estão perda de reflexos, irritação permanente, insegurança, embaraço nas conversações, perda de compreensão das palavras, dores de cabeça, fadiga, distúrbios cardiovasculares, distúrbios hormonais, gastrites e disfunções digestivas.

Defesa e som intrusivo

Níveis de ruído associados aos simples eventos podem criar distúrbios momentâneos dos padrões naturais do sono, por causar mudanças dos estágios leve e profundo. A pessoa pode sentir-se tensa e nervosa devido às horas não dormidas. O problema está relacionado com a descarga de hormônios, provocando o aumento da pressão sangüínea, vaso constrição, aumento da produção de adrenalina e perda de orientação espacial momentânea. Despertar de um sono depende do estágio do sono, dos horários noturnos e matinais, idade do indivíduo entre outros fatores.

Uma outra característica humana é a proteção natural aos eventos sonoros. Este se dá quando a pessoa é previamente avisada que tal ruído ou sons elevados vão acontecer. Existe uma defesa psicológica que prepara o indivíduo para a exposição, o efeito contrário se dá exatamente quando é inesperado, é o caso do ruído se apresentar quando o indivíduo encontra-se desatento ou dormindo, e comumente é considerado como som intrusivo. É extremamente desagradável, pois a pessoa é pega de surpresa e não há tempo de armar sua defesa natural. Por isso deve-se preservar o direito de descanso das pessoas quando estas dormem a fim de protegê-las dos efeitos que talvez poderão ser considerados mais delicados.

Interferência

Para Dr. Paulo Riskalla, médico especialista e gerente do Departamento de Otologia do Hospital CEMA, a audição se dá a partir da captação de fontes sonoras que são transmitidas em forma de energia elétrica, e que correm em vias auditivas até o córtex cerebral. Esse processo, se interrompido ou distorcido por ruídos, pode interferir em outros núcleos dos sentidos, como a visão, por exemplo. “O que ouvimos, ou não, atua como componentes essenciais de aprendizagem nos centros visuais de identificação, de estímulos, de associação, de prazer”.

O pesquisador explica que o nervo auditivo não é fio contínuo, e sim conglomerado de células nervosas que precisam ser preservadas uma a uma, para que não haja rompimento desse efeito de condução de energia a outras áreas nervosas, nem despoten-cialização da parte periférica dos sentidos.

“As emissões oto-acústicas nos permitem conduzir situações, criar cenários imaginários, nos comunicar com as pessoas, enfim, enxergar o mundo com um tom muito particular, narrado pelo outro”, revela Dr. Riskalla.

Fonte: www.vidaintegral.com.br

  + Saúde ...
 Mal das Montanhas
 O montanhismo: expressão de re-integração?
 Dengue
 É preciso viver, não apenas existir
 Alongamento
 Proteção solar
 Saúde integral
 Tipo físico ideal
 Febre Maculosa Brasileira
 Aclimatação
 Stress
 Pés de Anjo*
 Quinua
 Biomecânica no Ciclismo
 Endorfina: o barato da corrida
 Comer carne faz mal?
 Estudo sobre desempenho motor em escala
 A capacidade de amar...
 Abelhas!
 A arte de não adoecer
 Frutas para todo o ano
 Efeitos fisiológicos da desidratação
 O que é célula-tronco?
 Começa campanha de vacinação contra a febre aftosa
 Vacinas
 Fisiologia da Hidratação
 Barra Limpa
 Rio de Janeiro teme nova epidemia de dengue
 Quinua
 Como estão seus hábitos posturais?
 Bons motivos para caprichar no cafe-da-manhã
 Dengue:
 Treinamento de força e a terceira idade
 Dieta equilibrada e saudável
 Segurança e Saúde nos Acampamentos
 Tirando a famosa "barriguinha"
 O poder da banana
 Como está sua saúde no trânsito?
 Ameixa Umeboshi
 Vinte lições para viver melhor
 As cores que curam
 Conjuntivite
 A vida pela boca
 A vida sem cigarros é um show
 Cortando o mal pela boca



 


MUROS
Cintia Adriane
Pico da Tijuca
O Parque Nacional da Floresta da Tijuca abriga a maior floresta urbana do mundo. E como não poderia deixar de ser, nela pode-se encontrar numerosas trilhas interessantíssimas para se conhecer.

Daniel Guimarães
Você sabe o que é um BigWall?
Não há nenhuma definição específica que qualifique uma parede como um big wall, mas como o termo já diz, tem que ser uma parede grande, preferencialmente “fendada” e negativa.

Lucas Tejero
Huayna Potossi
Ainda nos meus primeiros passos dentro deste mundo fascinante, que é o alpinismo em alta montanha, eu já ouvia falar que se alguém quisesse conhecer este esporte deveria começar pelas montanhas da Bolívia.

Mariana Candeia
O Caráter Sedutor do Escalador
Fruto de um e-mail enviado pelo Antônio Paulo Faria à lista da FEMERJ onde ele explanava, juntamente com a porcentagem de escaladoras no país, comentários sobre aspectos que envolvem as conquistas amorosas entre escaladores, surgiu em mim o interesse em além de responder o e-mail adicionando informações do âmbito da psicologia, investigar mais o tema que parece ser bem interessante. Este é um tema curioso na medida em que, de uma forma geral, as questões de ordem sexuais são fundamentais e estão em lugar de destaque na nossa vida pessoal.

Pedro Bugim
Escalando a Grande Leste
Tudo estava preparado. A mochila, o croqui, as provisões, a equipe. Contudo, após uma noite particularmente fria e mal dormida, acordei bastante soturno e às 5:30h, após colocar minha cabeça para fora da barraca, sentia-me imensamente indisposto para a empreitada que me aguardava.

 José Luiz Barbosa
 Taranto Junior
 WD net
 Marcia Leoni