Ética

  Clubes e etc...

  Glossário

  Como Iniciar

  Onde Praticar

  Muros

  Fotos

  Livros e Revistas

  Lojas e Fabricantes

  Destaque

  Acontecendo

  Meio Ambiente

  Artigos Técnicos

  Saúde

  Dicas

  Entrevistas

  Lagartixas

  Colunas

  Recados e Classificados

  Histórias de Montanhista

  Livro de Cume

  Tempo

  Links

  Fale Conosco

Tadeusz
Hollup
Flavio
Carneiro
Luciano
Bender
Untitled Document
A Escalada Feminina no Brasil

Em toda a história do montanhismo sempre existiu mulheres escaladoras, basta pegar os antigos livros de relatórios de escalada de Clubes do Rio de Janeiro, principalmente entre as décadas de 50 e 70, para ver vários nomes de mulheres, inclusive como guias.
Pega Leve!
É mais que uma campanha para garantir o bom uso das trilhas e acampamentos limpos. É um programa ...
Montcamp
Untitled Document
Ameixa Umeboshi
é a combinação perfeita de yin e yang, os dois princípios da energia segundo os chineses

Milagrosa. Sem exagero. Resolve tudo: dor de cabeça, excesso de comida, excesso de bebida, diarréia, prisão de ventre, enjôo, gases, ressaca, mau hálito, gripe, resfriado, indisposições da gravidez, infecções intestinais, calos, cortes, mordidas de bicho, cansaço, arroz vários dias fora da geladeira, água não muito pura e sabe lá Deus o que mais. Manja aquela malinha de remédios que a mãe da gente levava sempre que ia viajar? Pois uma dúzia de ameixinhas resolve a maior parte das ocorrências. É só chupar, ou seja, deixar a ameixa dissolver lentamente na boca e ir engolindo aquela saliva salgadinha; no final, mastigar o bagaço e cuspir o caroço. Ou então, desmanchar numa xícara de banchá bem quente e tornar aos golinhos, salivando bem.

A explicação para esses efeitos especiais de um alimento tão prosaico é simples - umeboshi é a combinação perfeita de yin e yang, os dois princípios da energia segundo os chineses. Yin está no alto grau de ácido cítrico da ume, frutinha que não serve para comer exatamente por ser tão ácida que nem sequer amadurece; yang está no sal marinho que se mistura à ume ainda verde para fazer a conserva, pondo um peso por cima e deixando soltar um caldo no qual ela vai ficar por mais de um ano. A cor avermelhada vem das folhas de shissô. Pois bem, o yin da umeboshi neutraliza sintomas causados, por excesso, de sal ou produtos animais; o yang do sal, amadurecido pelo processo, neutraliza fatores yin do sangue causados por álcool, açúcar, toxinas. Seu poder alcalinizante é tão grande que dez gramas de umeboshi anulam a acidez provocada por cem gramas de açúcar.

É anti-séptica, contém substâncias antibióticas confirmadas por centenas de pesquisas científicas; destrói os germes da disenteria instantaneamente e age também sobre as bactérias da tuberculose. Ainda por cima, nutre - possui duas vezes mais proteínas, minerais e gorduras do que qualquer outra fruta, principalmente cálcio, ferro, fósforo, ácido cítrico e ácido fosfórico.

Evita a fadiga, geralmente causada por um acúmulo de ácidos que não são metabolizados logo pelo organismo devido a uma alimentação inadequada e à vida sedentária, que faz com que a gente absorva pouco oxigênio. A acidez na corrente sanguínea nos deixa mais suscetíveis a doenças infecciosas, hepáticas e do envelhecimento. A umeboshi, então - quem mais? - Fornece as substâncias necessárias à neutralização desse excesso de ácidos. E pela mesma razão retarda o envelhecimento. Tem mais: promove a desintoxicação, na medida em que facilita o metabolismo e assim ajuda o fígado e os rins a funcionarem melhor.

É baratíssima! A maioria das lojas japonesas e naturais tem a conserva pronta para vender. Boa é aquela em que a ameixa está bem macia, mostrando que ficou bastante tempo curtindo. As mais novas, durinhas, não servem para nada. Ao contrário - prejudicam, pois o sal não foi trabalhado pelo tempo e o ácido também não.

Contra-indicações: para hipertensos e crianças abaixo de três anos, que não devem consumir sal. A solução, aí, é carbonizar a umeboshi, espetando num garfo e pondo na chama do fogão, para depois pulverizar esse carvãozinho. O efeito é semelhante ao do carvão ativado que se compra em farmácias e que absorve gases, odores e substâncias químicas, sendo por isso útil em caso de overdoses de qualquer tipo. Tomar com banchá.

Para pessoas sem problemas de hipertensão a dose é uma ameixa por dia quando for necessário. Que nem muleta. Senão vicia, não na ameixa, mas na suposta impunidade de comer e beber sem prestar atenção, e aí chega uma hora em que nem a ameixa faz mais efeito.

Em circunstâncias de muita acidez no estômago, meia ameixa no banchá à noite, ao deitar, e novamente de manhã, em jejum. A mesma coisa para prevenir problemas de estômago quando, por azar, for necessário tomar antibióticos (cuidado com eles, acabam com o sistema imunológico).

E pra não dizer que o caroço é inútil, colecione os caroços. Quando tiver um vidro cheio quebre a casca, ponha a sementinha que fica lá dentro no fomo, deixe tostar um bocadinho, moa e use como furikake. Por cima do arroz ou de outra coisa.

Fonte: O melhor da festa – Sonia Hirsch

  + Saúde ...
 Mal das Montanhas
 O montanhismo: expressão de re-integração?
 Dengue
 É preciso viver, não apenas existir
 Alongamento
 Proteção solar
 Saúde integral
 Tipo físico ideal
 Febre Maculosa Brasileira
 Aclimatação
 Stress
 Pés de Anjo*
 Quinua
 Biomecânica no Ciclismo
 Endorfina: o barato da corrida
 Comer carne faz mal?
 Estudo sobre desempenho motor em escala
 A capacidade de amar...
 Abelhas!
 A arte de não adoecer
 Frutas para todo o ano
 Poluição Sonora, uma ameaça moderna
 Efeitos fisiológicos da desidratação
 O que é célula-tronco?
 Começa campanha de vacinação contra a febre aftosa
 Vacinas
 Fisiologia da Hidratação
 Barra Limpa
 Rio de Janeiro teme nova epidemia de dengue
 Quinua
 Como estão seus hábitos posturais?
 Bons motivos para caprichar no cafe-da-manhã
 Dengue:
 Treinamento de força e a terceira idade
 Dieta equilibrada e saudável
 Segurança e Saúde nos Acampamentos
 Tirando a famosa "barriguinha"
 O poder da banana
 Como está sua saúde no trânsito?
 Vinte lições para viver melhor
 As cores que curam
 Conjuntivite
 A vida pela boca
 A vida sem cigarros é um show
 Cortando o mal pela boca



 


MUROS
Cintia Adriane
Pico da Tijuca
O Parque Nacional da Floresta da Tijuca abriga a maior floresta urbana do mundo. E como não poderia deixar de ser, nela pode-se encontrar numerosas trilhas interessantíssimas para se conhecer.

Daniel Guimarães
Você sabe o que é um BigWall?
Não há nenhuma definição específica que qualifique uma parede como um big wall, mas como o termo já diz, tem que ser uma parede grande, preferencialmente “fendada” e negativa.

Lucas Tejero
Huayna Potossi
Ainda nos meus primeiros passos dentro deste mundo fascinante, que é o alpinismo em alta montanha, eu já ouvia falar que se alguém quisesse conhecer este esporte deveria começar pelas montanhas da Bolívia.

Mariana Candeia
O Caráter Sedutor do Escalador
Fruto de um e-mail enviado pelo Antônio Paulo Faria à lista da FEMERJ onde ele explanava, juntamente com a porcentagem de escaladoras no país, comentários sobre aspectos que envolvem as conquistas amorosas entre escaladores, surgiu em mim o interesse em além de responder o e-mail adicionando informações do âmbito da psicologia, investigar mais o tema que parece ser bem interessante. Este é um tema curioso na medida em que, de uma forma geral, as questões de ordem sexuais são fundamentais e estão em lugar de destaque na nossa vida pessoal.

Pedro Bugim
Escalando a Grande Leste
Tudo estava preparado. A mochila, o croqui, as provisões, a equipe. Contudo, após uma noite particularmente fria e mal dormida, acordei bastante soturno e às 5:30h, após colocar minha cabeça para fora da barraca, sentia-me imensamente indisposto para a empreitada que me aguardava.

 José Luiz Barbosa
 Taranto Junior
 WD net
 Marcia Leoni